Certa vez eu li que a saudade embeleza as coisas. A parte que me cabe nos escrito de Edgar Allan Poe, fala de um Lago na primavera da juventude, onde a solidão era tão linda, e o Lago selvagem e rodeado de altas árvores. O meu espírito infantil desperta lá, na sombra das árvores e na inconstância da água do Lago.
Um sentimento indefinido, um Éden daquele sombrio estado.
Giselle Bianca
